Mais uma vez houve grande mobilização para a segunda Semana Mundial pela Abolição da Carne (SMAC): cinquenta ações em todo mundo, todas com um mesmo intuito: promover a ideia de que consumir carne não é ético e que deveria ser abolido em nível de sociedade, assim como a escravidão humana, por exemplo, foi abolida anteriormente.
Numerosas organizações se uniram para pedir o fim de uma injustiça profundamente arraigada, concebida como natural e ancestral e, por isso, tida como normal.
Unidas e unidos para dizer: Ninguém tem o direito de comer carne.
Crédito da foto: nea (França)
Mesmo a moral mais básica, aceita por todas e todos, que afirma que ninguém deve matar ou fazer um animal sofrer desnecessariamente, inequivocamente conduz à conclusão de que o consumo de carne deve ser banido. Essa prática, que produz o maior sofrimento e número de mortes já existentes na face da terra, não é justificável por nenhuma necessidade fisiológica.
Ao redor do mundo, indivíduos, grupos e organizações se erguem para exigir o seu fim.
Exigimos o fim da pecuária, pesca e caça.
Não mais queremos tolerar que razões insignificantes como o sabor agradável da carne na boca de alguém se sobreponha ao interesse fundamental daqueles em questão, seres sencientes que são criados, pescados e caçados para se tornar corpos mortos para consumo.
Essas Semanas Mundiais pela Abolição da Carne, esperamos, são o começo de um mundo onde todas e todos terão em seus corações o desejo de evitar o sofrimento de outros seres.









