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28/08/2017

Movimento que restringe acesso de crianças a certos locais divide opiniões

Não sabia deste lance não.... Fiquei besta com o cartaz corajoso!!!!! curioso mesmo!!!! kakaka.... tem gente que não gosta mesmo de "crionça", né mesmo?
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O 'Child Free' nasceu nos Estados Unidos na década de 1970, sendo defendido por pessoas que optaram por não ter filhos e nem ficarem próximos de crianças por uma série de fatores.
     
O "Child Free" é um movimento muito polêmico e que voltou a ser discutido na semana passada, quando o caso de Miguel Figueiredo, um garoto de apenas 06 anos, do Rio de Janeiro, ganhou repercussão nas redes sociais. Ao ser convidada para um casamento, a mãe do menino foi informada pela noiva que "não queria criança no seu casamento". A frase causou revolta na mãe, que foi obrigada a deixar o filho em casa.

Engana-se quem pensa que esse é um caso isolado. Há quase um ano, a apresentadora Raiza Costa, que tem um canal no YouTube chamado Dulce Delight e um programa na GNT, defendeu a proibição de crianças em restaurantes e a declaração gerou polêmica nas redes sociais.

Outro caso que também chamou bastante atenção foi o de uma mãe, Debora Oliveira, de São Paulo, que comentou uma publicação do restaurante Underdog, onde dizia "Aqui seu cão é bem vindo!!! Mas crianças favor amarrá-las ao poste". Ela que tem um filho de apenas 02 anos criticou a postura do estabelecimento e recebeu ofensas por parte do empreendimento.

Mas afinal, o que é o "Child Free"? É um movimento que ganhou forças na década de 1970 nos Estados Unidos, por pessoas que optaram não ter filhos nem ficarem próximos de crianças, por uma série de fatores.

O tema gera muita polêmica, não somente por restringir o acesso de crianças a determinados espaços, mas por impor uma condição àquela mãe, de ser obrigada a não frequentar certo local por conta de regras ou objeções dos estabelecimentos. A psicóloga Denisdéia Sotero explica que a decisão de levar ou não uma criança a determinado local ou evento deve partir dos pais, que irão observar o ambiente, se é próprio ou não para o filho.

Além disso, ela ainda ressalta que as objeções impostas por esse movimento é preconceituosa e, em geral, aplica por pessoas que não tem filhos ou não querem ter contato com crianças. "Quando dizem que não querem uma criança em determinado evento ou local é porque não querem que elas corram, gritem, seja criança, porque, enfim, pode atrapalhar.. Mas, de acordo com o contexto familiar, qualquer criança pode participar de um evento sem nenhum problema, principalmente porque os pais já orientam, ainda em casa, dizendo que ela não pode correr, que precisa se comportar de tal forma, e elas obedecem. Proibir de um modo geral não é algo positivo", pontua.

A especialista ainda explica que os pais que se sentirem discriminados devem protestar, vez que não há uma lei que proíba o acesso de crianças em restaurantes, hoteis ou eventos de um modo geral. Exceto no caso dos cinemas, por exemplo, onde é aplicada a faixa etária recomendada previamente. 

Foto: Reprodução/Facebook

"Os pais que precisam ter o bom senso e consciência do local que eles devem levar o filho, não alguém tendo que dizer. Se uma festa inicia às 22 horas e seu filho tem apenas 02 anos, não é interessante levar essa criança, porque ela tem um horário para dormir. Então de regra é mais ou menos assim. O Child Free é um início para outras proibições, se eu não aceito criança, posso não aceitar casais gays. Se eu aceito um público, porque não aceito outro? isso também é uma discriminação, porque está sendo selecionado quem aceitar ou não", enfatiza a psicóloga, destacando que essa proibição não é somente para criança, mas também para os pais e a família de um modo geral.

Denisdéia Sotero pontua que as crianças precisam socializar com os adultos para que tenham um melhor desenvolvimento, e que isso só é possível através de interação com adultos.

"A restrição não é apenas da criança, mas da família", diz mãe
A auditora Suely Ramos Ribeiro (37) conta que nunca chegou a viver uma situação em que foi convidada a se retirar de um estabelecimento por estar com suas filhas, o que para ela seria algo extremamente constrangedor. Contudo, ela cita que já se hospedou em um hotel que restringia a entrada de crianças. "Existem hotéis que não aceitam crianças e quando eu viajei com meu esposo e vi que no local que estávamos tinha isso eu achei muito forte e fiquei chocada. O objetivo do hotel é não ter trabalho, como se dissessem 'é meu, minhas regras'. Na hora eu não disse nada, mas se eu estivesse com minhas filhas eu teria ido questionar o porquê desse procedimento, porque essa é uma restrição que não é apenas à criança, mas à família", conta. 

Para Suely, o Child Free não somente discrimina como constrange mães e filhos, já que impõe para aquela famílias como elas devem se comportar e o que devem fazer, desconsiderando o desejo dos pais de ter os filhos consigo em determinados locais ou eventos.

"Eu não acredito que existam eventos sociais que não possam receber crianças, exceto festas direcionadas, como aquelas com bebidas, por exemplo. No geral, cabe o bom senso dos pais de querer levar o filho ou não, e quando você leva, acaba sendo discriminado porque o filho está apenas sendo criança", frisa.

Segundo ela, infelizmente sempre haverá essa insatisfação de alguns grupos com outros, gerando restrições e/ou regras. Entretanto, ela lembra que as crianças possuem os mesmo direitos de qualquer indivíduo e que as famílias não devem deixar de frequentar determinados espaço por conta dessas imposições, pelo contrário, devem questionar e exigir atitudes menos discriminatórias.

Estabelecimentos podem restringir acesso de crianças, desde que previamente informado
Porém, apesar da polêmica, o advogado André Saraiva explica que não deve-se falar em discriminação, ou ilegalidade, vez que não existe problema algum ao restringir o acesso de crianças, desde que isso seja informado previamente e de forma clara. Além disso, não há uma lei específica que proíba o estabelecimento de fazer isso e que o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) apenas explicita que não haja discriminação. "Mas, neste caso,  trata-se apenas de uma restrição. Tal restrição busca além do óbvio maior conforto e tranquilidade dos clientes a precaução quanto à acidentes", conta.

O advogado acrescenta que, assim, não se pode observar o fato com uma restrição de liberdade da criança, mas sim a utilização dentro da sua entidade particular, do mesmo modo que há estabelecimentos que não admitem menores de 18 anos desacompanhados. André Saraiva enfatiza que é importante diferenciar o espaço público do privado, assim como do local privado acessível ao público.

"Os locais acessíveis ao público ainda são locais privados, ou seja, em que é facultado às pessoas, o acesso mediante o preenchimento de certas condições, não se confunde lugar público com espaço acessível ao público (ou aberto ao público). Locais acessíveis ao público não ferem o direito de ir e vir, ao impedir o acesso fora dos horários pré-determinados, quando proíbem o acesso de crianças e animais em seus espaços (são lei que afirme o contrário, como no caso da proibição de restrição à deficientes). Não há que se falar em discriminação uma vez que não trata de proibição da entrada de pais e sim da restrição quanto a entrada com ou não crianças, cabendo àqueles se sentirem desconfortáveis com a situação o simples deslocamento para locais com práticas menos restritivas", finaliza André Saraiva.

Por: Isabela Lopes, especial para o Portal O Dia

27/10/2016

Permissão da entrada de animais de estimação em hospitais avança na Alesc

Agora, isto nem precisava de ser votado..... era só seguir a evolução dos fatos....
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A Comissão de Finanças e Tributação da Assembleia aprovou, por maioria de votos, o PL 501/2015, do deputado Doutor Vicente Caropreso (PSDB), que dispõe sobre o ingresso de animais domésticos e de estimação em hospitais privados, públicos, contratados, conveniados e cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS), para visitação de pacientes internados.

O texto foi aprovado com emendas propostas pelo relator, deputado Patrício Destro (PSB),

07/06/2016

Cão entra em igreja durante pregação e é 'abençoado' por padre: 'Bem-vindo' - Sorocaba - SP

Enquanto isto, em Sorocaba, um padre recebe muito bem um cão e o abençoa.... Este ensina aos fiéis que devemos amar à todos os seres de Deus!!!!!
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Foto foi postada em uma rede social e repercutiu na internet.
Pároco de Sorocaba falava sobre "amor a todo ser vivo" no momento.

“Aprendi que o amor de Deus deve chegar a todos”, é o que disse o padre Wagner Ruivo, de Sorocaba (SP), depois de uma "visita  inesperada" durante uma missa na cidade. Um cachorro entrou na Paróquia São José Operário durante a pregação e ganhou uma “benção” do padre. A cena surpreendeu quem estava lá e ganhou destaque na internet.

Em entrevista o G1, o padre Wagner,

07/04/2016

Hospital permite que animais visitem seus donos internados - Canadá

Que maravilha!!!!! Engraçado que aqui no Brasil não se permite entrada de animais porque eles são "transmissores de doenças".... como se lá dentro não fosse o maior foco de contaminação.... é ser muito especista, não? Não deixem de ver as fotos.
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O hospital Jaravinski, em Ontário, no Canadá, permite que animais de estimação visitem seus donos em pleno hospital.

Tudo começou quando um paciente muito debilitado por passar por um transplante de células estaminais, implorou para ver seu cão. Antes de morrer vítima de um câncer, ele pediu que a organização iniciasse um programa de tratamento que envolvesse os cães. Em setembro de

20/11/2015

Público do Zoo de Brasília cai 30% após cobrança de entrada a R$ 10

Agora vejam só.... crise financeira no Distrito Federal....nosso país está perdido!!!!! daqui a pouco os bichos não vão ter o que comer lá....
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Número de visitantes passou de 50 mil para 35 mil ao mês, diz fundação.
Ingresso custava R$ 2; aumento foi parte do Plano anticrise do GDF.

O número de visitantes do Zoológico de Brasília caiu 30% depois que o ingresso passou de R$ 2 para R$ 10. Segundo a Fundação Jardim Zoológico, o local recebeu 35 mil pessoas em outubro, quando o valor entrou em vigor. Antes, a média mensal era de 50 mil. O reajuste faz parte de uma série de medidas para tentar contornar a crise financeira vivida pelo Distrito

27/10/2015

Juiz suspende proibição a entrada de animais em parque de Brasília

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O juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros, da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal, suspendeu liminarmente a proibição de entrada de gatos e cães no Parque Ecológico Dom Bosco, administrado pelo Instituto Brasília Ambiental.

Para o juiz, o veto do Ibram não foi precedido de consulta à

24/08/2015

Em palestra de Sérgio Moro, entrada será doação de ração para cachorros

Leitora querida Cristina Calixto, nos chamou a atenção para esta notícia espetacular!!!!!!! fiquei tão feliz, gente!!!!!!!!!!  A APDCRIM - Academia Paulista de Direito Criminal, está apoiando a causa de defesa animal. Veja aqui!
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O juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Operação Lava Jato na 13ª Vara Criminal Federal no Paraná, participará de uma palestra na Academia Paulista de Direito Criminal (APDCRIM) no próximo dia 29. Curiosamente, a entrada para a palestra custa R$ 20 ou a doação de 5 quilos de ração para cães.

O material recolhido será doado para o abrigo "Latido Feliz de Suzano", informa o site da academia. Segundo a APDCRIM, o juiz confirmou a participação na palestra, que versará sobre o mecanismo da colaboração premiada - um dos principais instrumentos utilizados na investigação da Lava Jato.

Fonte: UOL

17/08/2015

Decisão de proibir entrada de bichos de estimação na Ermida Dom Bosco divide opiniões



Fiz questão de publicar a matéria por dois canais de TV para sentirem a diferença de como a coisa é tendenciosa.... Se acharem por bem, comentem.... posso estar errada, né?
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DFTV - Rede Globo - 14/08/15

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Entrada de animais no parque Ermida Dom Bosco está proibida a partir de 1º de setembro


DF Record - 14/08/15

27/07/2015

Shoppings e restaurantes do DF passam a aceitar a entrada animais de estimação

Adoro publicar matérias deste tipo.... é um grande passo para todos nós que trabalhamos para promover os animais dentro de uma sociedade especista e antropocêntrica. É muito bom, gente!!!!
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Um shopping de Brasília organizou uma festa junina para animais de estimação dentro do prédio Divulgação
Alguns destes estabelecimentos também destinam atenção e produtos especiais aos pets

A Fecomércio do Distrito Federal (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) divulgou, nesta quarta-feira (22), uma lista de shoppings e restaurantes da cidade que passaram a permitir a entrada de animais de estimação junto com os donos.

Na lista constam shoppings centers de regiões como o Lago Norte (área nobre de Brasília), nas

14/07/2015

Restaurante aumenta faturamento ao permitir a entrada de animais

Estão descobrindo o caminho das pedras!!!! Aleluia!!!!!!!!!!!!
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Shopping e salão de beleza também liberaram a presença dos bichos.
Segundo o IBGE, há mais cachorros que crianças nos lares brasileiros.

O último levantamento do IBGE mostrou que há mais cachorros que crianças nos lares brasileiros. De cada 100 famílias, 44
têm pets, enquanto 36 têm filhos de até 14 anos.

Depois de conquistar espaço nos lares brasileiros, os pets agora viraram “clientes”. Em São Paulo, um restaurante em Pinheiros é um dos negócios que adotaram o selo "amigo do pet". O espaço tem música ao vivo, mesas ao ar livre e os

22/12/2014

Homem reclama que animais atrapalhavam a entrada da loja

Gente do Céu!!!!!!! precisamos elogiar esta loja e este segurança. Não por deixar os animais (não sabemos quais) na porta, mas, pelo respeito que o segurança teve em não deixar as "crianças" fazerem Deus sabe lá o quê...... Vou colocar minha observação lá. Espero que façam o mesmo. Que homem nojento, não? Alguém conhece esta loja? vende o que lá?
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Casa Santa Luzia
São Bernardo do Campo / SP - Domingo, 21/12/ 2014 - 12:07h

Fui fazer compras esse final de semana na casa santa luzia, quando me deparei com animais na porta da loja, e o segurança gritando com as crianças, para não encostar no animal, um absurdo animais na porta de uma loja tão movimentada, cada vez mais o atendimento fica precário, 

Favor tomar providencias para evitar esse tipo de situação desagradável, as crianças ficam constrangidas e esse segurança deveria tomar aula de bom atendimento, estou fazendo a reclamação também no procon e vigilância sanitária.

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Resposta da empresa: Domingo, 21 de Dezembro de 2014 - 16:43

Prezado Sr. Jurandy:
Boa tarde! 
Inicialmente agradecemos seu interesse em nos alertar, pois possibilita aprimorar nossos serviços. 
Esclarecemos que sinalizamos na entrada da loja para os clientes não deixarem seus animais desacompanhados. Porém, contamos com a urbanidade e civilidade dos que aqui frequentam para este cuidado.
Informamos também que a equipe de segurança de nossa loja,é orientada a atuar discretamente junto aos consumidores, observando todas as regras de educação e cortesia, bem como de respeito na comunicação com nossos clientes.
Neste sentido entendemos importante destacar que não temos a intenção de gerar qualquer situação desagradável ou desconforto junto aos consumidores.
Ressaltamos também que a Casa Santa Luzia é uma empresa familiar tradicional, atuando na cidade de São Paulo desde 1926. Nossa preocupação com nossos clientes sempre foi ponto forte e é através deles que temos grandes oportunidades de aprimorar nossos serviços. Portanto, a equipe de segurança foi reorientada quanto a estes procedimentos.
Certos de contarmos com sua compreensão, colocamo-nos a disposição para maiores esclarecimentos,
Atenciosamente,
Ana Fanelli 
Atendimento ao Cliente
sac@santaluzia.com.br
Casa Santa Luzia Imp.LTDA.
Alameda Lorena, 1471 Cerqueira Cesar São Paulo S.P.
Tel:(11) 3897-5007

FONTE: Reclame aqui


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