Existe uma postagem no site da KOREA ANIMAL que nos fala sobre o Mercado que controla a exploração da carne de cachorro. A nossa leitora e colaboradora Cristina Calixto traduziu o material e quem desejar ler basta Agora uma explicação: é claro que o sofrimento dos animais de consumo é o mesmo em todos os lugares. E só quero uma resposta daqueles que acham que sou indiferente ao abate de bois, galinhas, porcos, coelhos e todos mais:
Se temos uma chance de acabar com o consumo de carne de cachorro, se temos a chance de denunciar as condições visíveis a que os animais são expostos na Corea, devo me calar? devo me sentar no toco porque aqui também é assim? sou disso não.... posso pecar por
falar demais, nunca por falar de menos... se é a hora de nos mobilizarmos para dar uma força para os companheiros da Coréia, VOU FAZER SIM e TENHO CERTEZA que o povo que me acompanha vai entrar na briga também. É o jeito que sabemos atuar? É. Alguém sabe melhor? manda ver e conta comigo.... Só fico chateada quando gente que não faz nada reclama do que os outros fazem. Quer uma prova?
Chamo todos os sabidões para irmos ao abatedouro ou matadouro mais próximo para protestar, filmar, avaliar, fiscalizar, ou outra coisa qualquer. Quem vai comigo? heim? cadê você? alôô... tem alguém aí? vamos lá ver de perto p´ra falar certo? puxa, ninguém se apresenta? ah, tá!!!! a maioria nunca nem passou perto de um local de matança.
Não que seja preciso, mas, a gente adquire credibilidade indo no matadouro mais próximo checando as condições que nos darão mais embasamento para chamar a atenção da sociedade para o que acontece, na verdade, com a carne que ela consome. É a legitimidade da reclamação. Pegar imagens do que acontece em outros países não gabarita nossa indignação. Aliás, se não me engano, o único trabalho que li a respeito de matadouros locais foi do Sergio Greif... eu disse "se não me engano"... meu HD mental está quase totalmente ocupado... Mas, vou olhar.
Tirando isto, não me lembro de "vivências" nacionais para gabaritar o discurso nosso do dia a dia. Ah, quer saber, me economiza, tá?
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