Eu e um jornalista do The New York Times temos nossas dúvidas com referência as redes sociais.... kakakaka.... Cliquem na imagem, por duas vezes, para ler.
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"O GRITO DO BICHO"
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FAVOR FAZER USO COM MODERAÇÃO...KKKKKKKKKKKKKKKKK!
ResponderExcluirSheila e demais coleg@s, não tenho nada contra progresso, nem mesmo o eletrônico - dependo dele para otimizar minha vida e torná-la melhor.
ResponderExcluirContudo eu creio que essas redes sociais sejam ferramentas de auxílio e nunca, jamais a expressão única de seu cotidiano e desempenho profissional e social.
Quando digo que não tenho Orkut, Facebook e não Tweeto me olham como se fosse um ET perdido no limbo ou alguém que ainda não experimentou uma droga permitida... E quando acrescento que sou vegetariana, aí mesmo é que surtam de vez!
Não vou ficar presa à gadgets eletrônicos como forma de me sentir incluída em sei lá o que. Tais redes, confirmo, tem uma importância bacaninha no contexto socioevolutivo de uma sociedade, porquanto, devem ser usadas, repito, como auxiliadoras e jamais como oxigênio à vida.
Se eu já não tinha dúvida, agora reforço minha certeza!
ResponderExcluirEsse 'cérebro' existe única e exclusivamente para manter os hominídeos tecnológicos sob total controle. São poucos os que usam o seu próprio e não se deixam dominar pela rede.
Uso muito o facebook para a luta em defesa dos animais.
ResponderExcluirO meu é praticamente pra isso, aliás, devo ter contatos que nem me guentam mais.
Mas já avisei a todos, se nao querem ler o que posto é só me excluir.
"Tudo que é demais é veneno", ditado tão antigo e absolutamente atual e pertinente.
ResponderExcluirDeus nos deu a inteligência e o livre arbítrio...cabe a nós usarmos da melhor maneira as ferramentas que Ele nos deu.
Resumindo: cada um que faça de si o que melhor lhe convier; que usufrua as facilidades da modernidade sem se escravizar ou emburrecer. O bom censo, o critério, o equilíbrio, a lógica não são moedas de troca com o progresso, ao contrário. Precisamos é aprender a dominar o medo da tecnologia e, fazendo uso da nossa inteligência, manipulá-la em benefício próprio (afinal pra isso ela é desenvolvida), impondo os limites (pessoais) que se fizerem necessários.
Em tempo, no comentário anterior leia-se SENSO. Valeu!
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